Talvez você já tenha passado por mim muitas vezes ou talvez nunca tenhamos dividido a mesma calçada. Talvez sejamos extremamente semelhantes ou talvez nenhum traço físico nos assemelhe. Mas uma coisa é certa, eu te sinto, tenho certeza de que um dia nos encontraremos, é uma certeza tão forte que me causa euforia. Perto ou longe vamos nos encontrar, cedo ou tarde vamos nos encontrar, então todas as perguntas terão de fato suas respostas... Toda duvida sera cessada, todas as lacunas serão preenchidas e toda dor se dissipará, ou não, talvez toda dor se torne ainda mais forte, só o encontro dirá. Será que lembra de mim? pensa em mim? em tudo que houve naquela noite, tarde ou quem sabe manhã... O dia? foi o dia 04 mesmo? O mês? foi setembro mesmo? Sei lá, e isso é o que menos importa, o que de fato importa é te encontrar e poder te tocar e tentar ver o espelho em você refletir em mim e assim encontrar a raiz de tudo. Um dia nos reencontraremos novamente, sim! Novamente, afinal nosso primeiro encontro foi muito rápido, e eu nem sei como é seu rosto, talvez você nem tenha olhado direito o meu, mas alguma coisa com certeza você guardou na memória. Parafraseando Nx Zero: Cedo ou tarde A gente vai se encontrar Tenho certeza, numa bem melhor. Sei que quando canto você pode me escutar...
Silvana Fonseca
Blog destinado a pensamentos, reflexões, indagações. Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever.Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando... Clarice Lispector
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
sábado, 31 de agosto de 2013
As Palavras me entendem.
Escrever me preenche e ao mesmo tempo me esvazia. Tiro fora todas as angustias, as descrevo em palavras, as palavras me entendem e ao menos tempo me expõem, elas me "salvam" e fazem com que eu me perca, mas é meu lugar, é meu mundo, onde domino e sou dominada. Tem momentos que nenhum ser humano vai me entender, ou querer fazer-lo. Mas as palavras, essas estarão ao meu lado. Meu coração está completamente vulnerável ao que se pode ser e não é, ao que é e ao que não pode ser. Palavras me acalmam e me afogam, preciso colocar pra fora, caso contrario vou sufocar. Algumas vezes só escrevendo poderei dizer o que penso e o que realmente sinto. Meu refugio para não ser apontada e julgada por minhas fraquezas ou exatidão, aqui é o lugar chamado meu, minhas palavras, meu ser, minh'alma. Busco me achar dentro de mim, busco encontrar o meu ser dentro de mim, eu sou eu comigo mesma e isso ninguém pode mudar, me entendem? Sei que não. Mas elas sim, as palavras me entendem e atendem. Estou confusa e ao mesmo tempo bem centrada, existe um encontro e um desencontro dentro de mim neste momento. Seguirei em frente com as palavras que exponho e com as que escondo. Ninguém precisa entender nem aceitar, basta apenas respeitar.
Silvana Fonseca
quinta-feira, 9 de maio de 2013
“Estou me convencendo a fazer o certo, mesmo querendo o
errado, estou tentando me controlar mesmo querendo estapear a cara de algumas
pessoas, estou tentando aproveitar o presente mesmo ainda querendo viver no
passado. Não vou dizer que estou mudando, porque eu já mudei, mas posso afirmar
que mais uma vez estou tentando enxergar novos horizontes e me confortar com
poucas coisas. Dizem que eu tenho tudo na minha mão, tudo que eu quero, e que
eu reclamo demais, mas, não, eu não tenho tudo o que eu quero o que ninguém
entende, é que eu não quero ter tudo isso, eu quero ter o que ninguém tem,
apenas isso, eu não quero ser como as outras pessoas, já estou cansada de ser
comparada com a “fulana”, eu não quero ser amada igual às outras pessoas, eu
não quero ser entendida como as outras pessoas, eu não quero ser tratada como
as outras pessoas. Daí acontece que, eu tento ser diferente, e falam que eu sou
doente ou algo do tipo, esses dias mesmo, falaram que eu sou estranha. Bom,
posso ser estranha, mas pelo menos não sou uma dessas ridículas que andam por
aí falando que é contra o bullying e no outro dia chama alguém de gordo, não
sou umas dessas que fazem de tudo pra ser o que não é. […] Pensando bem. eu tenho
orgulho de ser estranha.”
Silvana Fonseca
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Consequências
A semeadura, a dura e prazerosa lei da semeadura, pra ser de um jeito ou de de outro, precisamos saber o que estamos plantando. Dias ruins desde que se findou o ano, dias ruins desde que se iniciou um outro ano. Uma vida toda lutando contra os próprios erros, as próprias falhas os atos errados cometidos, as consequências, ah, as consequências essas não perdoam, cedo ou tarde elas irão te mostrar de dura forma o que você podeira ter evitado. Pra uns não é tão ruim assim, existem o que sabem o que plantar, e a esses eu tenho que parabenizar. Enfim, vamos direto a ela, mais uma vez sofrendo as consequências dos seus atos impensados, muitas vezes por atos por amar demais e outras por sentir raiva demais. Engraçado ou curioso das consequências é que, você as enfrenta sozinha, mesmo que não tenha errado sozinha, todo mundo vai ter sua vez, mas acredite, passar por determinadas situações sozinha, não é fácil. Existem fases, negação, rejeição, revolta, até chegar finalmente na aceitação, ai você está mais que calejada. Se ela tivesse pensando mais com a razão do que com a emoção, mas ela é muita emoção, leva tudo ao extremo, ditado mais certo para ela é, alias um dos, é: Quando não é 8 é 80. As pessoas falam, falam e falam, mas não vivem, não sentem, não é fácil ser como ela, ser ela, não é fácil ser cada um de nós, não é verdade?! Bom, agora é arcar com as consequências de tudo, e esperar que os dias passem e que as respostas venham, e tentar não errar mais, pensar mais com a razão. Cada erro que ela comete é como um efeito dominó, e um abismo vai puxando o outro, vai caindo, vai desmoronando. Pensamentos estão ficando confusos, é melhor ela parar, os problemas estão gritando na sua mente, e ela quer fugir, quer sumir, mas ela só quer, ela não pode, não vai adiantar, ela vai ter que ficar e encarar as consequências.
Silvana Fonseca
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